EP20 – REFORMAS PROTESTANTES

Faz 500 anos que um profundo movimento de reformulação do cristianismo e da cultura ocidental teve início na Europa, as Reformas Protestantes. A profundidade e os impactos das Reformas foram o tema central do bate papo entre o C. A. e o Beraba no 20º episódio do Fronteiras no Tempo: um podcast de História.

NO EPISÓDIO:

Descubra por que falamos de Reformas Protestantes no plural, entenda as diferenças entre as concepções do cristianismo no início do século XVI, compreenda quais eram as diferenças e, sobretudo, as similitudes entre reformadores católicos e protestantes e surpreenda-se ao descobrir como os reformadores passaram a voltar seus olhares para as pessoas comuns.

 

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PRODUÇÃO E EDIÇÃO

 Arte da vitrine: Augusto Carvalho

 Edição: Talk’nCast

 

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MADRINHA E PADRINHOS

ANDERSON GARCIA

EANI MARCULINO

WILLIAN SCAQUETT

WILLIAN SPENGLER

 

MENCIONADO NO EPISÓDIO

Historicidade – Nova atração do Fronteiras no Tempo no Youtube

Para ver no Youtube

Lutero

O retorno de Martin Guerre

 

SAIBA MAIS

BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna – Europa, 1500-1800. São Paulo: Cia das Letras, 2010, p.243-277.

CHARTIER, Roger. As práticas da escrita. In:______(org.) História da vida privada 3: da renascença ao século das luzes. São Paulo: Cia de Bolso, Cia das Letras, 2009, p.113-162.

DELUMEAU, Jean. A civilização do Renascimento. Lisboa: Estampa, 2.v.1994.

GILMONT, Jean-François. Reformas protestantes e leitura. In: CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. v.2. São Paulo: Ática, 1999, p.47-76.

GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. São Paulo: Cia de bolso, 2006. 253p.

GRAFTON, Anthony. O leitor humanista. In: CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. v.2. São Paulo: Ática, 1999, p.5-46.

HILL, Christopher. O eleito de Deus: Oliver Cromwell e a revolução inglesa. São Paulo: Cia das letras, 1988.

JULIA, Dominique. Leituras e contrarreforma. In: CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. v.2. São Paulo: Ática, 1999, p.79-116.

MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011.

MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011.

REVEL, Jaqcques. Os usos da civilidade. In: CHARTIER, Roger (org.) História da vida privada 3: da renascença ao século das luzes. São Paulo: Cia de Bolso, Cia das Letras, 2009, p.169-210.

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 15.ed. São Paulo: PIONERIA, 2000. 233p

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  • Willian Scaquett

    Iscacueti kkkk gosto dessa pronuncia ^-^ Porém, esse meu sobrenome tem uma história tão sombria e confusa que nem um poadcast do Fronteiras no Tempo explicaria kkkkk Minha família veio da Itália, porém, meus parentes italianos tinham traços japoneses, todavia, dando uma pesquisada sobre meu sobrenome, o mesmo foi apontado como alemão. Então, quando chegou nesse nível de confusão, passei a aceitar qualquer pronúncia. Normalmente, os pessoal fala “Iscaketi” mesmo, porém, “Iscacueti” é a pronuncia original em italiano, agora, vai saber como se pronuncia isso em alemão ou japonês kkkkkk

    Abraço.