EP22 DITADURA CIVIL-MILITAR

Depois de refletirem sobre o Golpe de 1964, os historiadores C. A. e Beraba mergulharam nos meandros do passado relativamente recente, no qual o Brasil viveu por 21 anos (1964-1985) sob uma Ditadura Civil-Militar.

NO EPISÓDIO:

Descubra porque chamamos o regime de ditadura civil-militar, entenda os conceitos de Democracia e Ditadura, compreenda quais as bases de apoio do novo regime e como ele se consolidou, ganhou contornos mais autoritários com os Atos Institucionais e, sobretudo, surpreenda-se ao descobrir como os militares e membros da elite política trabalharam juntos na aplicação de um projeto político.

 

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PRODUÇÃO E EDIÇÃO

Arte da vitrine: Augusto Carvalho

Edição: Talk’nCast

 

PADRIM

 

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MADRINHA E PADRINHOS

ANDERSON GARCIA

EANI MARCULINO

EDUARDO LOPES

ETTORE RITER

MARCOS SORRILHA

MARIA CLARA

WILLIAN SCAQUETT

WILLIAN SPENGLER

 

MENCIONADO NO EPISÓDIO

 

Para ver no Youtube

Ato Navio Raul Soares – Canal Aquaviário

Batismo de Sangue

Brasil: A Report On Torture

Cidadão Boilesen – Um dos Empresários que Financiou a Tortura no Brasil

Discurso do deputado federal Márcio Moreira Alves

Historicidade S01E09 – Histórias da Ditadura Militar no Brasil

Lamarca (1994)

O dia que durou 21 anos

Podcast

Fronteiras no Tempo – Episódio 21 Golpe de 1964

SciCast #201: Especial Caravan – 1964

Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil?

 

SAIBA MAIS:

BOBBIO, Norberto. Democracia. In: BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de política I. Brasília: Universidade de Brasília, 1998, p.319-329.

DAHL, Robert A. Poliarquia e Oposição. São Paulo: EdUSP, 2005.

D’ARAUJO, Maria Celina; CASTRO, Celso; SOARES, Gláucio Ary Dillon  et al. Visões do golpe: a memória militar sobre 1964. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.

DO VALLE, Maria Ribeiro (org.). 1964-2014: Golpe Militar, História, Memória e Direitos Humanos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014.

FICO, Carlos. Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 24, nº 47, p.29-60, 2004.

FIGUEIREDO, Luciano. História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.

MANIN, Bernard. As Metamorfoses do Governo Representativo. Revista Brasileira de Ciências Sociais, p.5-34, 1995.

SCHWARCZ, Lilia Moritz (org.) História da Vida Privada no Brasil v.4. São Paulo: Cia das Letras, 1998

SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de Conceitos Históricos. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.

TOLEDO, Caio Navarro de. 1964: O golpe contra as reformas e a democracia. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 24, n.47, p.13-28, 2004.

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  • Fernando Garcia Rollo Ferreira

    Não consigo ouvir nada sobre a história nacional e não ficar com a sensação triste de que falhamos e temos falhado continuamente desde o Brasil Império (ou antes talvez).

  • Iara Grisi

    Olá, pessoal! Passei para dizer mais uma vez que os episódios estão ótimos! É um tema que sempre me mobiliza e que necessita sempre ser revisitado. Vcs me fizeram lembrar de Millôr Fernandes que, em sua genialidade, refez o lema da ditadura: “Brasil, mame-o ou deixe-o!”
    Parabéns mais uma vez!

    • Iara,

      Em primeiro lugar obrigado pelo comentário! Aproveito para tietar você pela participação no episódio sobre o Sistema Nervoso Central do #Scicast!, fiquei de boca aberta com o paralelo entre o desenvolvimento do cérebro e a evolução. Parabéns!

      O saudoso Millôr de fato sabia ler muito bem o nosso país e retratá-lo em seu humor único.

      Obrigado novamente pelos elogios e comentários e aguardamos novos comentários seus por aqui.

      Grande abraço

      C. A.

  • Tarik Fernandes

    Oi pessoal, ouvi o 21 e o 22 em sequência enquanto me deslocava para minhas obrigações. Muito bom. É um tema que gosto muito e que já li muito a respeito. Sempre me revolto com tudo que aconteceu e como HOJE (2017!) ainda há quem amenize tudo ou até concorde. Deixando de lado todas as grotescas violações de DH, são muito interessantes todas as articulações de política interna e externa que envolvem o pré golpe, o golpe e o governo militar, e vocês falaram bem desses jogos de poder.

    Por fim, deixo meu protesto ao Adriano por ter colocado “Pra não dizer que não falei das flores” cantada pelo Charlie Brown, em vez da melhor versão do Geraldo Vandré. hehe (para assoprar posso dizer que a edição está muito boa mesmo!)

    Abraços

    • Cesar Agenor

      Tarik!

      Sorriso de orelha a orelha com seu comentário.
      Contudo, também fiquei pensativo. De fato é uma tristeza ver pessoas defendendo os abusos da ditadura nos dias de hoje. Parece uma mentalidade de capitão do mato que nunca nos abandona, que fica clara em frases como “bandido bom é bandido morto”, “direitos humanos para humanos direitos”.
      Importante é olhar para o passado e perceber como esses jogos de poder se articularam nas tramas da história e fugir desse horroroso clima de “Fla x Flu” que parece ter se apoderado das discussões sobre política nas redes sociais e nos almoços de família.
      Grande abraço